Fluminense se débarrasse de son image de « Robin des Bois », mais peine toujours dans les confrontations directes.
### Confrontos diretos viram obstáculo para o Fluminense na briga por uma vaga na Libertadores
No futebol brasileiro, costuma-se dizer que um duelo entre concorrentes diretos vale “seis pontos”: quem vence soma três e ainda impede o rival de pontuar. Nesta edição do Campeonato Brasileiro, porém, o Fluminense não tem aproveitado essas oportunidades — um contraste com o histórico do clube.
Até agora, o Tricolor disputou sete partidas contra equipes que brigam com ele no G-5: os três primeiros colocados e o Athletico-PR, que ocupa a quinta posição. Foram apenas duas vitórias: 2 a 1 sobre o Athletico-PR e 3 a 2 contra o Palmeiras, ambas no Maracanã.
O aproveitamento nesses confrontos é de 38,1%. A situação fica ainda menos favorável quando o Bahia, atual sexto colocado e principal perseguidor, entra na conta: o Fluminense empatou os dois jogos contra a equipe baiana.
Os pontos perdidos que mais pesam vieram dos duelos fora de casa com Athletico-PR e Cruzeiro. Em ambos, o time carioca saiu na frente, mas permitiu o empate — e deixou escapar quatro pontos importantes na disputa por um lugar na Libertadores.
Resta ao Fluminense mais um confronto direto, justamente contra o Cruzeiro, desta vez no Maracanã. A partida, válida pela 37ª rodada, ainda aguarda confirmação da CBF e deve acontecer no fim de semana de 28 ou 29 de novembro. Dependendo dos resultados até lá, o duelo pode ganhar contornos de decisão por uma vaga na competição continental.
O Cruzeiro ocupa a terceira colocação, com 57 pontos, enquanto o Fluminense soma 54. Como tem duas vitórias a menos, o Tricolor não depende apenas dos próprios resultados para ultrapassar o rival.
### Bom desempenho diante da zona de rebaixamento
Se enfrenta dificuldades contra os concorrentes diretos, o Fluminense tem feito sua parte contra equipes ameaçadas pelo rebaixamento. Venceu seis dos oito jogos disputados contra times que estão nessa situação — aproveitamento de 75%.
O desempenho chama atenção porque, desde o início do Brasileirão por pontos corridos, em 2003, o clube foi o que mais perdeu pontos para equipes que acabaram rebaixadas: 224 no total, média de 9,7
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